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Brasil: Introdução à Internet no Batismo Digital

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Um “Batismo Digital” trouxe a inclusão digital a Belo Horizonte, capital de Minas Gerais. O evento desse sábado, organizado por meio de uma parceria entre o Governo, o Ministério Público e a Associação de Lan House locais, teve como objetivo promover a inclusão digital e incentivar o empreendimento online. Essa foi a primeira vez que o Batismo Digital aconteceu em Belo Horizonte, embora o evento já aconteça esporadicamente em São Paulo e no Rio de Janeiro desde 2005.

Sob uma grande tenda em uma das praças da capital mineira, 50 computadores conectados à internet e 100 facilitadores ajudaram, durante todo o dia, as pessoas que compareceram a escalar os degraus do mundo online. Foram dois os tipos principais de oficina: o Batismo Digital 1.0, para aqueles que nunca tiveram a oportunidade de operar um computador aprender o básico e sufar na internet pela primeira vez, e o Batismo Digital 2.0, para usuários mais experientes que querem mergulhar mais fundo na rede e conhecer novas ferramentas. Fábio Santos relata no Twitter:

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O usuário do Twitter @fabiosan também nos conta a história de uma senhora de 67 anos que nunca tinha usado um computador e decidiu participar do Batismo Digital para aprender novas formas de se comunicar com suas duas irmãs já conectadas, que moram em outro estado:

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Essa postagem do blogue do evento constrasta os recém “batisados” por idade. A primeira imagem é do usuário do Flickr pvilla:

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100_2580-1Todas as idades passam por aqui!

Essa outra entrada apresenta os mais novos usuários do Twitter de Belo Horizonte:

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Com auxílio do Rosalves, os novos agentes aprenderam a usar o Twitter!

Abaixo, um vídeo publicado no YouTube por equipeteiamg. Mais vídeos podem ser acessados através do agregador do evento.

O Batismo Digital foi blogado ao vivo e transmitido de várias formas por meio de um site que coletou todas as reações no Twitter, Flickr, YouTube e blogues, dentre outros, que tivessem a tag #bdigitalmg.

4 comentários

  • Ficou muito interessante a sua cobertura. Obrigada pelo apoio na divulgação do Batismo Digital.
    Você ainda está em Londres? Como ficou sabendo do batismo?

  • […] Ao colocar e misturar todos os tipos de ditaduras das américas(alias . … fique por dentro clique aqui. Fonte: […]

  • Olá Equipe TEIAMG

    Sim, falo de Londres.

    Fiquei sabendo, inevitavelmente, pela internet :)

    Mais especificamente pelo twitter, só não sei de quem.

    Belo trabalho!
    Paula

  • Jornalistas Anônimos

    Público lota auditório da Reitoria (UFMG) para debate sobre jornalismo independente
    quarta-feira, 27 de maio de 2009, às 18h54

    Com a participação de cerca de 200 pessoas, o auditório da Reitoria foi palco, durante a tarde de hoje, do seminário Jornalismo Independente – liberdade de imprensa, direito à informação e democracia no Brasil. O evento foi mediado pelo reitor Ronaldo Pena. As qualidades de um bom jornalista, a concentração da propriedade dos meios de comunicação, o poder da mídia, o sensacionalismo, as novas tecnologias de informação, o conceito de jornalismo independente, a relação entre o Estado e a imprensa, o direito de resposta e a revogação da lei de imprensa pelo STF foram os temas postos em destaque pelos debatedores – Luis Nassif, jornalista; Venício Lima, professor de Comunicação Social da Universidade de Brasília (UnB) e Luciano de Araújo Ferraz, professor de direito da UFMG.

    “As informações estão à disposição. A internet é uma base de dados impressionante. Isso tem duas implicações importantes. Por um lado, as pessoas têm agora condições de se defender, no meio virtual, de eventuais denúncias da imprensa e da mídia em geral. Por outro lado, fica mais fácil produzir um escândalo. Um simples problema burocrático pode ser detectado e transformado pela mídia numa denúncia sensacionalista de grandes proporções. A resposta é transparência. Os políticos e as instituições terão que ser o mais transparentes possíveis”, alertou Nassif, ao analisar o impacto do desenvolvimento tecnológico sobre o modelo político vigente no país.

    Luciano Ferraz abordou o jornalismo do ponto de vista jurídico. Ele criticou a forma como os meios de comunicação têm trabalhado. “A pressa pelo furo jornalístico atropela os direitos fundamentais. De vez em quando, lemos num jornal que fulano, procurado pela redação, não foi encontrado para comentar a situação. O jornalista telefona de madrugada no domingo para o escritório da fonte; obviamente não a encontra e, como tem pressa em apresentar a denúncia, publica a matéria e ainda diz que procurou o acusado”, critica.

    http://www.ufmg.br/online/arquivos/012014.shtml

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