Rachel Moreno, ativista veterana dos direitos das mulheres, observa o que significaria para o Brasil ter uma mulher como líder se Dilma Rousseff ganhar no segundo turno das eleições presidenciais de 31 de outubro.
Rachel Moreno, ativista veterana dos direitos das mulheres, observa o que significaria para o Brasil ter uma mulher como líder se Dilma Rousseff ganhar no segundo turno das eleições presidenciais de 31 de outubro.
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