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Arábia Saudita: Segregação na Lista de Blogues?

Todos sabem que a segregação dos sexos faz parte do dia a dia da vida na Arábia Saudita. Mas e na vida digital? Podem os nomes de blogueiros dos dois sexos co-existir na mesma lista de blogues? Uma blogueira saudita se diverte com a pergunta.

Entropy.MAX, uma blogueira, desenha um panorama [Ar]:

حدثنا بعض شيوخ المدونين و المدونات السعوديين منهم و السعوديات عن تحريم الاختلاط في صفحات الانترنت بين روابط مواقع المدونين ومواقع المدونات، وضرورة وجود حاجز ساتر يفصل بينهم للبعد عن الشبهات و درءا لما قد يجره الخلط على صدر صفحات المدونات من مفسدات. فالشيطان يجري في الساحات وقد يوقع في قلوب العذارى أو العانسات، أو لا سمح الله المتزوجات الافتتان بأسماء المدونين، خاصة المستقيمين،
فيحصل ما لا يحمد عقباه من المنكرات. عليه فقد قام بعض الإخوة مشكورين بفصل الروابط ووضعها في موقعين منفصلين لا يوصل بينهما نهر ولا بحرين، حماية لأخلاق المدونين و صيانة لشرف بنات المسلمين. إلا أنه لايزال بعض المدونين واللذين نشك في إصابة قلوبهم والعياذ بالله بمرض الليبرالية اللعين، لا يزالون يخلطون المواقع في قائمة واحدة غير آبهين بما قد يجره هذا الفعل من الويلات على مجتمع المدونين والمدونات، غير مبالين بخصوصية السعوديين ولا بطبيعة مجتمع المتنطعين، و بعد ذلك يطلعون علينا مستغربين من رغبتنا في وضع ضوابط للتدوين!!

“Alguns anciões da blogosfera saudita, incluindo algumas mulheres sauditas, estão advogando a segregação de links para blogues de homens e mulheres nas listas de blogues lidos dos bloges sauditas. Eles estão pedindo que se coloque uma barreira entre eles, para evitar qualquer mal-feito ou dano. Satã existe na rede e pode fazer com que virgens, noivas ou até mesmo mulheres casadas se apaixonem pelos nomes de blogueiros homens, principalmente os varões mais sábios.
Isso pode resultar em consequências inesperadas. É por isso que um número de blogueiros vem separando as listas de blogues lidos e as publicam em blogues separados, sem qualquer conexão entre eles, em uma tentativa de proteger a moral dos blogueiros e manter a castidade das moças muçulmanas. Contudo, há alguns poucos blogueiros que foram infectados pela iniquidade do pensamento liberal, e que ainda misturam os dois sexos na mesma lista de blogues lidos. Eles não tem consideração pelos efeitos terríveis na sociedade dos blogueiros homens e blogueiras mulheres e não tem consideração pelas características especiais da blogosfera saudita. E depois de tudo isso, ainda ficam surpresos que precisemos de um código de conduta para a blogagem!!!”

14 comentários

  • A Dor da Memória

    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com.br

    Em uma história,
    Que foi tão florida,
    De vida vivida,
    Saudosa memória,
    Foste à mãe que alimentou
    O retrato que estou,
    A tristeza que aflora,
    Pudesse aurora,
    Contemplar novamente
    Regar a semente
    Da sombra frondosa
    Untados nós somos
    No mesmo ideal,
    Qual foi o pecado
    Que nós cometemos,
    Um paraíso tão lindo,
    Tinha Adão tinha Eva
    Tinha serpente, estrela azulada,
    Tinha perfume, tinha luz,
    Tinha água, tinha alma,
    Porque me seduz,
    Está-se nu no infinito,
    O nosso grito,
    Já foi quebrado,
    De um tempo passado
    Que vive com glória,
    Martela e sufoca
    A minha memória
    Qual foi o meu erro
    De um martírio doentio,
    Acendi o pavio,
    Do espertalhão
    Sem tela, sem cor,
    Sem brilho, sem luz,
    Sem agora.
    Mataste a aurora
    Do meu Coração.

  • A Emancipação da Tigresinha

    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com

    Na caverna do grito
    A pura opressão
    À serviço do cão
    Vida em conflito

    Corrente de aço
    Freio da civilização
    Da beleza – a punição
    Da suavidade – o pedaço

    Poder de coação
    Infligindo ao belo
    Um mundo em farelo
    Não tem emoção

    Força da maldade
    Criaste a ferida
    A gaiola trazida
    Leveza sem liberdade

    Passiva e paciente
    Um mundo a voar
    Na tela a quebrar
    A emoção consciente

    Planeta continuado
    Ao futuro povoar
    Nos grilhões a chorar
    O caminho trincado

    Semente da preservação
    Maltratada e dolorida
    Julgada e oprimida
    Não tem solução

    A Lutar no tempo
    Vencer o preconceito
    Um simples direito
    No véu do tormento

    Casas e guerras
    Que nunca termina
    Luta genuína
    O silêncio encerra

    Abri sutileza – a mordaça
    Deixa passar
    Precisa caminhar
    Liberdade da fumaça

    A dona do tempo
    Forma nova geração
    Para que opressão
    Tigresinha – O momento

  • Abaixo o Preconceito
    Luiz Domingos de Luna
    http://www. revistaaurora.com.

    Chaga de pechas,
    diferentes.. excluidos…
    ou o que for.
    Quebrai senhor as arestas
    trazei um mundo hetrogeneo e diluido
    Irmão da sua orientação, você é senhor
    Abri as portas da mente
    semai a semente
    de um mundo multicolor
    vivei a plentitude
    vivei a a liberdade
    cuidai da responsabilidade
    da sua sexualidade, você é o senhor.
    nós somos todos contribintes
    não somos ouvintes de um canto de dor
    vivei a liberdade
    Respeito e Responsabilidade
    para um mundo promissor.

    É um grande desperdício

    Ao irmão discriminar

    qual seja sua orientação

    ou sua forma de pensar

    pois quando eu externo opinião

    espero me respeitar

    mas como posso exigir isso

    se não sei: ao outro tolerar?

    precisamos entender

    a heterogenia social

    para não ignorar

    a opção existencial

    é o estilo do homem

    de uma sociedade – a acelerar

    chega de rótulos idiotas

    de preconceitos rotulados

    lutemos pela liberdade

    harmonia da sociedade

    e da vida só bem estar

    deixai aos seres humanos

    a sua paz,

    liberdade

    de ser,

    de viver,

    De pensar.

    Pois todos somos iguais

    na biologia molecular

    fomos e somos

    46 cromossomos.

    compreenda as preferências

    entenda as diferenças

    para poder se respeitar

  • Luiz, você conhece o Overmundo? É um espaço legal, e mais adequado, para se publicar suas poesias.

    Abraços do Verde.

  • Espaço sem luz!
    Luiz Domingos de Luna

    Uma idéia nasceu
    Percorreu o espaço
    Sinto o que faço
    Já não sou eu

    A obra que rola
    Na esfera social
    No arremate final
    Parece uma bola

    Cada chute uma pancada
    -O Público já analisou
    Pois, ele é sempre o senhor.
    Da obra que foi criada.

    Estrada corrente de dor
    Cada letra uma pisada
    Toda linha esmagada
    Na lógica do leitor

    O Conjunto é uma esfera
    De vértice quebrado
    Ou tem giro acelerado
    Ou o motor emperra

    Passar no crivo social
    Num filtro bem condensado
    Na página, tela, lixo ou lado.
    O Poema tem seu final.

  • Alma Ferida
    Luiz Domingos de Luna

    Na Caminhada dos passos
    Resistência de um intelecto
    A Dor de um martírio incerto
    O barulho do tempo espaço

    No asfalto rastejando ofegante
    Fome, dor, tristeza e cansaço.
    Tem que nervo de aço
    Para subir a rampa derrapante

    De repente um chute nas entranhas
    O Corpo o saco de pancadas
    A vida a um tempo aniquilada
    Pelo ódio brutal do tirano

    A Matéria toda esfarelada
    As carnes doloridas na estrada
    Cada murro uma queda abalada
    A dor da morte avizinhada

    A Carne morredoura fraquejante
    O Espírito um eterno vigilante
    Observa o corpo frágil ondulante
    O Olho não reconhece mais o atacante

    A Inércia empurra o corpo cambaleante
    A derrota da matéria castigada
    O Troféu do agressor é levantado
    Derrotaste a carne morredoura
    Mas a alma a sonhar encantadora
    Nos umbrais do tempo a gritar
    -Tenho que juntar este bagaço
    Humano e uma nova vida começar?

  • A Miragem
    Luiz Domingos de Luna

    É muito fácil observar
    A presilha dos seres humanos
    Sentidos, prazeres, desenganos.
    Uma paisagem a embelezar

    Tudo parece um sonho
    Emoções sentimentos
    Um corpo lançado ao vento
    Na busca de um mundo risonho

    Cada um num carrossel a girar
    O filme da vida pontuando
    O Futuro ao presente ocupando
    O Passado a história registrar

    A maquina humana em movimento
    Os líquidos internos em plena ação
    Uma desordem que vai parar-Pena
    Deixar a cadeira, para outro ocupar.
    É um show com tempo determinado
    É Viver plenamente a emoção?
    É A razão e emoção conjuntamente
    Ou o grande parque da Ilusão ?

  • A Construção do Eu

    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com.br

    A cada dose um contentamento
    De uma vida a apreciar
    Numa escala a determinar
    O tipo de comportamento

    Uns a forma o juramento
    Outros a matéria a clamar
    E os da alma a cantar
    A voz do ego o pensamento

    São corpos dobrados ao vento
    Na dimensão do espaço
    O intelecto de aço
    A fazer questionamento

    Um mundo a semente
    Sem depender da paisagem
    É sempre uma passagem
    Do corpo, alma e mente.

    Qual vetor determinante
    Dos três fragmentos
    Uma vida de argumentos
    Na matéria, o mundo dominante.

    São vidas alinhamentos
    Em linhas determinadas
    Cada qual em sua estrada
    O Viver a cada momento

    Ou tem que somar tudo
    Provar a dose em separado
    De um mundo agrupado
    A cada gosto um fel dobrado
    Ou o brilho do mel achado
    De um novo ser em movimento

    Fonte:http://mesquita.blog.br/luiz-domingos-de-luna-versos-na-tarde-2

  • O Gênio da Gravidade

    Luiz Domingos de Luna

    Cada tombo uma queda
    O Ser vivo a equilibrar
    Não pode escorregar
    Uma altura que esfarela

    Quem anda de avião
    Já fica preocupado
    Numa pane é jogado
    Corpo sem vida no chão

    Gravidade impiedosa
    Sempre a puxar das alturas
    Até às vezes, dá tonturas.
    De queda assombrosa

    Lá da montanha, um condor.
    Voava tranquilamente
    Num instante somente
    Pensei que estivesse parado
    Parado nas alturas
    Está tudo errado
    Cadê tua força, puxador?
    Eu estava enganado
    Não era um condor
    Não era um planador
    Era um simples beija-flor
    Enganando a gravidade.

  • Paraíso

    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com

    Conversei com Eva
    Lá no paraíso
    Não tinha sorriso
    Parecia tristonha
    Não tinha vergonha
    Buscava liberdade
    Não tinha saudade
    Então lhe indaguei
    Qual a dor do seu grito?
    Viver em conflito
    Passar ou não?
    Para a próxima geração.

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