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Blogues ecológicos da semana

 

Sinais de trânsito iluminados por energia solar na Cidade do Cabo, arquitetura com um toque moderno e ecológico em Accra-Gana, dúvidas sobre as chamadas credenciais ‘verdes’ de empresas e um gorila para lá de fofo na África. Tudo isso na edição de blogues ambientais de hoje no Global Voices.

A gente inicia a ronda na África do Sul, com a notícia dos sinais de trânsito iluminados por energia solar na Cidade do Cabo, como mostra Carbon Copy como uma ótima forma de começar a colocar a energia renovável no mapa [en]. No mesmo artigo, ele discute a necessidade de se possibilitar iniciativas ecológicas de grande alcance, e estratégias específicas para incentivar a adoção de energia limpa em grande escala. Carl do Greencars também bloga sobre os sinais mantidos por energia solar [en], demonstrando apoio ao e fornecendo o contexto do que esse projeto piloto significa:

Apparently, a large traffic light installation such as this uses as much electricity in a month as a 3-bedroom house, and if Cape Town were to remove all its traffic lights from the grid, it would be equivalent to removing 1200 houses off mains power.

Ao que parece, um sinal de trânsito grande como esse usa a mesma quantidade de energia em um mês do que uma casa de três quartos, e se a Cidade do Cabo removesse todos os seus sinais de trânsito da rede elétrica, seria equivalente a retirar 1.200 da rede principal de energia.

Carl menciona os benefícios primários e secundários da instalação, acrescentando:

Besides the direct environmental benefits that come from using sustainable energy sources, there’s a significant secondary benefit – if the traffic lights are more reliable than their grid-powered counterparts, we’ll see fewer malfunctioning traffic lights, resulting in less traffic congestion, which means less fuel burned.

Além dos benefícios diretos ao meio-ambiente que o uso de fontes de energia sustentáveis traz, há um benefício secundário significante: o fato de que os sinais de trânsito são mais confiáveis do que aqueles que usam a rede elétrica normal, o que significa que veremos menos sinais que não funcionam direito, o que resulta em menos engarrafamentos, e por sua vez num consumo menor de combustível.

Ele também está preocupado com a possibilidade de roubo ou avaria dos painéis solares, mas espera que isso não aconteça com o projeto.

Agora vamos a Gana: no blogue African Architecture and Design [en], a postagem sobre arquitetura ecológica moderna [en] na capital Accra, com exemplos de empreendimentos residenciais atuais que vão:

…showcase other sustainable materials easy to come by in Ghana: bamboo for the poolside cabana and balcony railing; adobe plasters for the walls; and recycled oil drums as large-format shingle siding. Responsibly harvested native woods in wide planks will lend clean, contemporary lines to wall panels.

… aproveitar outros materiais sustentáveis facilmente encontrados em Gana: bambu para os quiosques ao lado das piscinas e grades nas varandas, argamassa de argila para as paredes e tambores de óleo reciclados como telhas laterais. A madeira nativa colhida de forma responsável é cortada em prancha largas, que darão um ar harmonioso e contemporâneo às paredes.

Sempre quis saber se uma empresa que se apresenta como ecologicamente correta está realmente cumprindo a promessa? Andreas escreve no blogue Antidote sobre Lavagem Ecológica [en], deixando um argumento para que as pessoas sejam melhor informadas e tenham um olhar mais sofisticado sobre o que nos dizem que devemos acreditar:

It’s official: green is the new, well… Green. Companies around the world have realised that environmentally sound business practices can improve their profit margins and are touting their green consciousness through lavish advertising campaigns and multi-million dollar rebranding exercises.

To some, these marketing efforts may represent the first positive steps towards a more sustainable way of doing business, while many others simply reserve the right to remain sceptical.

Agora é oficial: Verde é o novo… bem, verde. Empresas do mundo inteiro se deram conta de que práticas de negócios ecologicamente corretas podem melhorar suas margens de lucro e estão propagandeando suas consciências ecológicas através de ilimitadas campanhas de marketing e exercícios de reestruturação que custam milhões.

Para alguns, essas iniciativas de marketing podem representar o primeiro passo positivo na direção de uma forma mais sustentável de se fazer negócios, enquanto muitos outros apenas se reservam o direito de se manter descrente.

Para concluir essa ronda, vamos ao Congo, onde a guerra continua a afetar o povo [en] e a obstruir as tentativas de proteger os gorilas [en]. O blogue Gorilla protection continua a publicar notícias sobre a evolução do projeto regularmente, incluindo o falecimento de guardas-florestais [en].

Para não encerrar com uma notícia triste, no mesmo blogue há uma foto de um bebê gorila chamado Kabila [en].

kabila

(texto original de Juliana Rotich)

 

 

O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no Global Voices Online. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do Global Voices em Português, com o objetivo de divulgar diferentes vozes, diferentes pontos de vista. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique aqui. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique aqui.

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